sexta-feira, 21 de junho de 2013

Associação Centro de Ciência Viva - alteração

Foi ontem discutida e aprovada, em reunião de Câmara, a proposta de atualização dos estatutos da Associação Centro de Ciência Viva de Constância, a qual assim, será sujeita a aprovação pela Assembleia Municipal e, posteriormente, pela Assembleia Geral da referida entidade.
 
 
Participei na reunião mas entendi que não deveria participar na votação da proposta de alteração de 1/3 dos 33 artigos dos estatutos originais, com base nos seguintes motivos transpostos para ata:
" Para a devida habilitação na discussão de uma alteração de estatutos considero essencial que, primeiro que tudo, seja clarificada a situação da Associação Centro de Ciência Viva face ao Regulamento de atribuição de apoios financeiros e não financeiros e que cheguem informações/avaliações respeitantes ao seu funcionamento e cumprimento ou não dos estatutos em vigor. A questão do registo da entidade é sobremaneira importante pois, só por si,  levaria a que elementos e atos essenciais da associação, como a realização de eleições e identificação dos eleitos, o orçamento e relatório de contas e os protocolos estabelecidos e avaliados estivessem arquivados na autarquia e servissem de informação aos eleitos e apoio às decisões.
Acresce ainda que a associação apenas tem 2 anos de existência e que a 5 meses do final do mandato autárquico não é aconselhável proceder a uma alteração de estatutos. A menos que falhas graves na sua elaboração justificassem alguma retificação, o que não me foi apresentado ou sugerido."
A aprovação foi conseguida com 2 votos a favor (CDU) e uma abstenção (PS). A vereadora Júlia Amorim faltou à reunião.
Finaliza-se, dizendo que as formas de parceria e as obrigações da Cãmara Municipal são bastante alteradas nesta "atualização".

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Tarde comemorativa

Se o dia da criança é importante e deve ser comemorado? Sim!
O mais importante é mesmo como se acompanham as crianças TODOS os DIAS!
Tanto mais nos tempos difíceis que correm e em que se atropelam os direitos e o futuro das crianças.



MAS...

não é razão para que a senhora Vereadora Júlia Amorim resolva de uma só penada e sem mais explicações e acertos propor e atribuir um  subsídio de 500 euros para uma atividade que dura apenas UMA TARDE e tem o orçamento precioso de 2350 euros. Acontecerá durante a tarde de 1 de junho no Centro Escolar de Santa Margarida.
 
Se calhar só este ano, se calhar por ser ano de eleições, se calhar por a Professora Júlia Amorim ser a candidata do sistema.

Passa-se assim por cima de todas as regras apertadas que outras associações do concelho têm que cumprir. De forma leve, informal e pouco descritiva e analisada! Não é correto, não é justo.
São, bem vistas as coisas, as preferências da senhora vereadora que, ao longo destes 20 anos, têm afastado as pessoas do associatismo e contribuem para o flagrante não cumprimento das regras que, em 2011, ela própria apresentou e defendeu. E depois tem a distinta lata, tal como os seus destacados camaradas, de vir apregoar em moções / editais pagos pela câmara que é Vereador Rui Pires (que nenhuma voz ou poder de decisão tem) quem pretende, qual Adamastor, acabar com o associativismo no concelho. É isso é!

Por uma questão de princípio não participei na votação desse assunto (23.05.2013) e declarei...

"Depois de questionar a Senhora Vereadora Júlia Amorim se existiam outras informações além das que foram disponibilizadas, discordo da forma informal e nada criteriosa com que não apresentou a atividade e se pensa atribuir um apoio pontual de 500 euros.  Como é possível que para um dia de atividades se atribuam 500 euros acrescidos provavelmente de despesas com transporte, quando ao invés, os critérios definidos para apreciação de apoios financeiros para todo o ano de atividades para coletividades como a A e a B não chegam aos 400 euros? Ou para outras não ultrapassa os 750 euros? E para outras mais que, realizando atividades, nem apoios financeiros vão receber ou ainda outras que nem sequer têm direito a constar na base de dados para esse efeito?

Como tal, não querendo votar contra um apoio a conceder a uma atividade no concelho, nem querendo caucionar a análise e apoio através de uma simples abstenção, como discordo dos critérios de apreciação ou da falta deles e da descontextualização com outros apoios propostos e decididos, não irei votar este ponto."



terça-feira, 14 de maio de 2013

Resíduos Hospitalares no Eco Parque

Preocupação pelo não acompanhamento por parte da Câmara Municipal de Constância, reforçada na reunião de 09.05.2013.



Unidade de tratamento de resíduos hospitalares – os Vereadores do Partido Socialista manifestam a sua preocupação pela falta de acompanhamento dos desenvolvimentos do eco parque do Relvão (Carregueira-Chamusca), evidenciada pela vereadora Manuela Arsénio na última sessão da Assembleia Municipal.  Salientamos que o concelho de Constância deve manter-se ligado aos concelhos limítrofes nas diversas áreas e interesses municipais. O ambiente, mais do que o território ou qualquer atividade, não tem fronteiras. Devemos manter-nos atentos, interessados e participativos sobre questões tão sensíveis como são o transporte, armazenamento, concentração, tratamento e eliminação de tão grande diversidade e quantidade de resíduos, grande parte deles perigosos. Por tudo isto apelamos ao envolvimento efetivo com o que se passa no Eco Parque do Relvão, aconteça ou não através da já constituída comissão de acompanhamento. Apelamos ainda a que o interesse pelo acompanhamento não se reduza a uma questão de reivindicação por uma nova ponte sobre o Rio Tejo, como aconteceu no anterior mandato aquando da instalação dos CIRVER.
 
Notícia recente sobre o Eco Parque do Relvão - O Mirante

sábado, 20 de abril de 2013

Pereira vedada


Apelo ao Presidente da Câmara Municipal de Constância
- pelos vereadores do Partido Socialista - 11.04.2013


Localidade de Pereira – Apelo – Já aqui foi reconhecido, numa das últimas reuniões, que não houve nenhum investimento direto na localidade de Pereira no presente mandato e que se continua a aguardar pela alongada revisão do Plano Diretor Municipal para se poder intervir ao nível do saneamento básico e substituir ou reorganizar algumas construções que se mantêm como barracas e afetam negativamente a paisagem.
Voltam os vereadores do PS a referir o impacto (ambiental) que o projeto Canto Vivo acompanhado pelo Parque Ambiental de Santa Margarida tem nessa localidade. Sabe-se perfeitamente que não atingiu os seus objetivos de visita e animação da localidade ou de promoção das espécies autóctones ou comuns na região do Ribatejo. Ao invés, fez proliferar as desagradáveis construções de barracas e vedou terrenos que tinham livre acesso e passagem, isolando ainda mais a população residente e contribuindo não para as visitas guiadas mas para uma comercialização alternativa de víveres na freguesia de Santa Margarida. O que a Câmara Municipal fez foi até mesmo doar centenas de estacas para essa vedação, contribuindo decisivamente para estes resultados.
Por isso se pede, intervenha a Câmara Municipal em termos de reorganização da paisagem local de forma a recuperar valores naturais e até final do seu mandato, que o Senhor Presidente deixe uma marca, uma construção, uma ação nessa localidade.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

2012 - contas em baixo


Excerto da Declaração de voto contra prestação de contas da gerência de 2012 - reunião 11-04-2013
(declaração de voto dos vereadores do Partido Socialista na Câmara Municipal de Constância)

Em 2012 ficou evidente a falta de critério e de orientação na atribuição de apoios a associações, contrariando-se o definido em regulamento específico e usando pesos e medidas a gosto de quem decide, desrespeitando princípios básicos e colocando em causa o verdadeiro espírito do associativismo no concelho. Nessa e noutras áreas continuou a fazer-se tábua rasa do “plano de prevenção de riscos de gestão – corrupção e infrações conexas”.


De positivo salienta-se a reabertura da ponte sobre o Rio Tejo, a aposta na educação e na ciência (mesmo que por vezes de forma exagerada e sem limites de intervenção) e a adoção de algumas medidas de ação social que ressurgiram ou se mantiveram em 2012. Todavia é essa mesma área social que peca pelas dificuldades de intervenção, ajustamento à situação de crise e pequena dotação orçamental. Pelo contrário, nas Atividades Mais Relevantes, ultrapassou-se largamente o investimento previsto para o turismo (+8%), transportes (+36%), energia (+50%) e cultura (+75%) o que denota e reafirma uma orientação com a qual não podemos concordar.

Em termos globais e absolutos foi um ano de reduzida execução de projetos, designadamente dos definidos pela CDU no seu programa eleitoral.  Se em grande parte se pode relacionar com a diminuição de transferências financeiras da administração central e da curta dimensão de fundos comunitários, por outro também se reporta à falta de visão estratégica e de opções de investimento tomadas neste e nos últimos mandatos.

As evidências situam-se na quantidade de projetos preparados mas não realizados, na inatividade de vários equipamentos e instalações e nos custos crescentes de exploração e de manutenção. Ao que se junta, negativamente, a quebra significativa da receita corrente, regredindo para valores idênticos aos de 2005 e 2006.

As dúvidas já aqui levantadas pela primeira vez em relação à gestão de 2011, concretizaram-se da pior forma no primeiro ano de aplicação da “lei dos compromissos e dos pagamentos em atraso" - lei 8/2012 -  revelando dificuldades na sustentabilidade financeira do Município, nomeadamente em relação ao cumprimento e apuramento dos critérios de endividamento da autarquia e da situação de equilíbrio financeiro e evidenciando um crescente resultado líquido negativo, de cerca de 314 mil euros.

domingo, 24 de março de 2013

Segurança Rodoviária

Questão colocada na reunião de Câmara de 14.03.2013 - resposta: em análise...


Aldeia de Santa Margarida – EM592 – Relembramos a existência do exagerado número de lombas nessa estrada municipal, há cerca de meia dúzia de anos. Passámos do exagero para a ausência!  Chamamos à atenção para a concentração de equipamentos e serviços nessa estrada, na localidade da Aldeia de Santa Margarida; Descendo desde o Parque Ambiental encontramos a casa mortuária, o centro de saúde, instalações dos bombeiros, a farmácia, a sede da junta de freguesia, vários estabelecimentos comerciais e o centro escolar de Santa Margarida.

O bom piso e a descida proporcionam excessos de velocidade, o que pelos movimentos próprios, em determinadas horas do dia e da noite, criam situações de risco elevado.

Estando o centro escolar a funcionar há quase 2 anos e sabendo de intenções anteriores para a adoção de medidas de regulação da velocidade automóvel, estranha-se que não tenham sido projetadas e concretizadas. Faz-se por isso um forte apelo a que, com urgência, se analise a situação e se adote um boa solução para proteção da população e muito particularmente dos utentes dos espaços / serviços e das crianças em idade escolar.

Camões e Constância – direitos reservados

No dia 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, fez-se notícia institucional da colocação simbólica de dois ra...